A
regra é básica "trate o próximo como deseja ser tratado",
mas segui-la é que
é o
x da questão. Trabalhar para receber, ajudar para ser ajudado, ser
amigo para ter amizade. Tudo tão simples e básico. Contudo, estamos
passando por um momento de lixa na
corda. E, com o tempo, a mesma
tende a partir
em duas.
O
brasileiro não é tão preguiçoso quanto dizem as piadinhas, nem
mesmo
pobre, visto de outros lugares do mundo. Li ultimamente que no fim
das contas, o brasileiro é rico, pois aqui é um dos países que
mais se paga impostos. A ideia realmente
faz sentido e
somada a frase de um
conhecido
" adoro pagar as minhas contas, significa que tenho dinheiro",
dá um panorama básico da realidade da população do Brasil.
Neste
momento, contudo, o problema se agravou. E afundando uma
população
afunda-se, aos poucos o país. Existem
coisas que ainda falta
entender, que não é o rico que segura o país, e sim o pobre
trabalhador. É ele que faz a caixa registrar, o dinheiro entrar no
banco, o dinheiro ir embora com a conta do cartão de crédito. O
valor de um país está na preocupação que o mesmo tem com si. A
importância para com o próximo é cegada com aquela
famosa notinha
de papel.
A falta de consideração, o desprezo, o descaso, são os melhores
sentimentos que aqueles que nos governam tem para nós. Amor
verdadeiro é pelas cédulas. As células e
a morte delas
são de pequena importância. Clichê.

Nenhum comentário:
Postar um comentário